Bem vindo ao Instituto Gurdjieff de São Paulo

Gurdjieff e o trabalho no quarto caminho

Grupos de trabalho

Gurdjieff propõe uma verdadeira ciência do ser, em oposição aos automatismos que condicionam nossos pensamentos, emoções, posturas, atitudes, movimentos, enfim, tudo aquilo que compõe a nossa personalidade. O trabalho com um grupo de pessoas cria condições para que possamos conhecer algo mais verdadeiro de nós mesmos.

O QUARTO CAMINHO

O Trabalho no quarto caminho visa o desenvolvimento harmonioso
do homem trabalhando seus três centros principais de forma simultânea.

PRÁTICAS

Movimentos

Vivemos em piloto automático a maior parte do tempo, sem a menor consciência do nosso estado atual. Podemos até empreender…

Relaxamento

Precisamos entrar em contato com o corpo em estado de imobilidade e calma: nestas condições nossa atenção ainda insuficiente tem mais chances de servir de..

Intercâmbio

Estamos num grupo porque necessitamos ajuda para encontrar uma qualidade em nós mesmos, um estado no qual podemos…

Música

O fato de Gurdjieff ter sido um compositor de música é em si um fato notável. Um mestre espiritual que, além do corpo principal de seu ensinamento…

Aforismos Gurdjieff

 Ame o que “ele” não ama.
Para o homem, a mais alta realização é ser capaz de fazer.
Quanto piores as condições de vida, melhores serão os resultados do trabalho – contanto que nos lembremos continuamente do trabalho.
Lembre-se de você mesmo, sempre e em toda parte.
Lembre-se de que você veio aqui, porque compreendeu a necessidade de lutar contra si mesmo. Agradeça, portanto, a quem lhe proporcione a ocasião para isso.
Aqui podemos dar uma direção e criar condições − mas não ajudar.
Saiba que esta casa só pode ser útil aos que reconheceram sua nulidade e creem na possibilidade de mudar.
Se você sabe que isto é mal e, apesar de tudo, o faz, comete um pecado difícil de redimir.
O melhor meio de ser feliz nessa vida é poder considerar sempre exteriormente − nunca interiormente.
Não ame a arte com seus sentimentos.
O verdadeiro sinal de que um homem é bom, é ele amar seu pai e sua mãe.
Julgue os outros conforme o que você é e raramente se enganará.
Só ajude aquele que não é um ocioso.
Respeite todas as religiões.
Amo aquele que ama o trabalho.
Podemos somente nos esforçar para nos tornarmos capazes de ser Cristãos.
Não julgue um homem pelo que contam dele.
Leve em conta o que as pessoas pensam de você – e não o que dizem.
Junte a compreensão do Oriente e o saber do ocidente − e, em seguida, busque.
Só aquele que puder zelar pelo bem dos outros merecerá seu próprio bem.
Só o sofrimento consciente tem sentido.
Vale mais ser temporariamente um egoísta do que nunca ser justo.
Se quiser aprender a amar, comece pelos animais; eles são mais sensíveis.
Ensinando aos outros, você mesmo aprenderá.
Lembre-se de que aqui o trabalho não é um fim em si mesmo. É apenas um meio.
Só pode ser justo quem sabe se pôr no lugar dos outros.
Se você não for dotado de espírito crítico, sua presença aqui é inútil.
Aquele que tiver se libertado da “doença do amanhã” terá uma chance de obter o que veio procurar aqui.
Feliz aquele que tem uma alma. Feliz aquele que não a tem. Infelicidade e sofrimento para aquele que só tem a semente dela.
O repouso não depende da quantidade, mas da qualidade do sono.
Durma pouco, sem se queixar.
A energia gasta para um trabalho interior ativo se transforma imediatamente em nova reserva. A que é gasta para um trabalho passivo se perde para sempre.
Um dos melhores meios de despertar o desejo de trabalhar sobre si mesmo é tomar consciência de que a gente pode morrer de uma hora para outra. E isso, é preciso aprender a não esquecê-lo.
O amor consciente desperta o mesmo em resposta.
O amor emocional provoca o contrário.
O amor físico depende do tipo e da polaridade.
A fé consciente é liberdade.
A fé emocional é escravidão.
A fé mecânica é estupidez.
A esperança inquebrantável é força.
A esperança mesclada de dúvida é covardia.
A esperança mesclada de temor é fraqueza.
Ao homem é dado um número limitado de experiências − se ele não as desperdiçar, prolongará sua vida.
Aqui não há russos, nem ingleses; nem judeus, nem cristãos. Há somente homens que perseguem a mesma meta: se tornarem capazes de ser.
Tscheslaw Tschekhovitch – Conheceu Sr. Gurdjieff em Constantinopla e trabalhou 28 anos com ele (desde 1923 no Prieuré)

Tscheslaw Tschekhovitch – Conheceu Sr. Gurdjieff em Constantinopla e trabalhou 28 anos com ele (desde 1923 no Prieuré)

Isso aconteceu um ano antes da morte do Sr.Gurdjieff na rua Colonels Renard em 1948.Envelhecido e debilitado pela progressão inexorável de sua enfermidade, porém George Ivanovitch tinha ao seu redor um círculo de alunos que aumentava sem cessar e que naturalmente se ofereciam para brindar a sua ajuda em diversas circunstâncias. Numerosos fiéis vindos da América do Norte, da Inglaterra ou de outras partes, sentindo que talvez o Sr Gurdjieff se aproximasse do final, estavam disponíveis para viver, como…

Artigo no Dossier H – Geneviève Lief

Artigo no Dossier H – Geneviève Lief

Um dia de 1945, o Sr Gurdjieff viajando com alguns companheiros de trabalho, parou próximo do local onde eu morava. Mme de Salzmann e um grupo de alunos estavam junto. Eu fazia parte desse grupo. Aconteceu, por uma feliz coincidência, que após uma refeição juntos, Sr G. e eu caminhamos sozinhos, lado a lado, numa rua da cidade. Nós percorremos uma pequena distância um ao lado do outro, e depois voltamos ao lugar de partida. Entretanto, alguns minutos desse…

Artigo no Dossier H – Peter Brook

Artigo no Dossier H – Peter Brook

Gurdjieff muitas vezes usa a metáfora do ator para falar do homem plenamente desenvolvido. Fala de desempenhar um papel na vida, de responder a todas as exigências que as situações de mudança suscitam, de assumi-las plenamente, sem perder a liberdade interior. Isso é exatamente o que se espera de um bom ator.O teatro mostra os movimentos da vida através de uma lente focalizada que os torna facilmente legíveis; é um laboratório ideal onde as ideias tomam corpo e podem…

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